O Casamento da Baratinha

Carú como Baratinha
Carú como Baratinha

  Neste fim de semana aconteceu a minha estréia no espetáculo “O Casamento da Baratinha” com a Cia. Stromboli, foi uma esperiência muito gratificante e eu espero que se repita por muitas vezes.

  Pra começar é interessante contar que foi a estréia de todo o elenco porque apesar de o espetáculo já existir a algum tempo, tendo uma história muito bem sucedida, o elenco estava todo novo. Eu fazendo A Coruja e O Sapo, Ana Carolina a Carú, Fazendo a Baratinha e Tatiana Cavaçana, que apesar de já ter feito o papel da baratinha por muito tempo, estava estreando fazer os demais bonecos do espetáculo ( Jacaré, Carneiro, Macaco e Rato), na operação técnica, também, tivemos a estéia do Nivaldo. Isto deu ao espetáculo uma nova cara.
  Bom nos encontramos no sábado dia 18 de Abril eu e o Nivaldo fomos até o metro Bresser onde a Tati (Tatiana Cavaçana) nos pegou de carro e nos levou até o Teatro Artur Azevedo, onde a Cia. Stromboli fica em cartaz até o dia 31 de maio com “A Bela e a Fera”, lá encontramos a Carú e o elenco da Bela e a Fera depois de roubar descaradamente algumas esfihas que o pessoal da Bela estava comendo, nos pusemos a bagagem na Van, nos despedimos do elenco da Bela e fomos pra estrada, isso era por volta das 15h45, o nosso motorista, que por sinal foi muito simpático, chama-se Leando, alguma conversa jogada fora, alías os papos que temos durante a viagem é uma das coisas mais legais de se viajar com um espetáculo.
  Chegamos em nossa primeira parada o Sesc Bertioga por volta das 18h00, descarregamos a Van e já fomos montar o cenário, que se constitui de uma treliça sobre dois pedestais, coberta por uma cortina de veludo preto, e jornais espalhados pelo palco formando montes de lixo, esses jornais inclusive a Tati pegou no próprio Sesc, cenário super versátil.
  Começamos a passar um corrido e fomos até dois terços do espetáculo quando paramos para nos preparar para a estréia, que aconteceu as 20h30.

Na ordem: Nivaldo, Tati, Caru e Eu
Na ordem: Nivaldo, Tati, Caru e Eu
  Durante o espetáculo tudo correu bem o público do Sesc foi super participativo, cantando junto as músicas do espetáculo e até querendo se manifestar a respeito do que acontecia com a Baratinha. O Auditório estava praticamente lotado com muitas crianças.
  Fim do espetáculo, fica a sensação boa de missão cumprida e eu senti aquela coisa boa de estar fazendo o que gosta, de ter certeza que é pra isso que eu vim pro mundo.
  Juntamos tudo. comemos, ficamos sabendo que não iriamos poder tomar banho em Bertioga e fomos pra estrada. Aliás um adendo aqui é que as estradas em que andamos foram lindas, com um restinho de mata atlantica que está preservada.
  Chegamos em Campos do Jordão, nossa segunda parada, por volta da 1h00 da madrugada, e fomos direto para os dormitórios do auditório Cláudio Santoro, o mesmo que ficam hospedados os bolsistas durante o festival de inverno. Nos dormitórios só tinha luz no corredor as meninas ainda tomaram banho eu confesso que fui direto pra cama, já que ao contrário do resto do pessoal eu não dormi na estrada, fui pra cama e ronquei um pouco, o Nivaldo reclamou, mas disse que logo eu parei viu!!!
  Acordei as 8h00 em ponto fui tomar banho, tomamos café nos dormitórios, cortesia da Tati e sua “Geladeira”, que não passa de um tupperware super prático.
  Fomos pro Cláudio Santoro, montamos tudo com mais facilidade, eu e o Nivaldo já estamos mestres em montar a treliça, testamos o som e fomos nos preparar, quando finalmente fomos pra trás da treliça esperar o público não imaginávamos que iamos ficar 30 minutos esperando o público entrar, é verdade demorou 30 minutos pro público entrar, é obvio que não lotamos todo o auditório, afinal lá cabem mais de 850 pessoas, mas acho que pelo menos uma 500 pessoas estavam lá.
  O espetáculo aconteceu direitinho, mas confesso que não foi tão legal quanto o de Bertioga, mesmo assim foi muito bom a ponto de uma senhora nos abordar ao final querendo comprar uma apresentação do espetáculo.
  Desmontamos tudo e fomos pro Capivari almoçar, aí foi uma aventura conseguir parar a Van, Campos estava lotada e na hora do Almoço, uma loucura, quase desistimos, até que finalmente achamos um estacionamento com vaga, comemos no restaurante Safari e estava tudo muito bom, e eu encerei esta viagem mais cedo que o resto do elenco pois parei em Jacareí para passar o feriado com meus pais, enquanto eles seguiram para Atibaia, sede da Cia. e depois Sampa.
  Bom, como eu já disse no começo do artigo foi uma experiência gratificante e vamos esperar por novas aventuras, hahaha.
  A próxima apresentação de “O Casamento da Baratinha” está marcado pra 3 de maio em Araras e pra quem quiser conhecer um pouco mais da Cia. Stromboli entre em http://stromboli.multiply.com/ lá tem muita informação bacana do grupo, recomendo que vocês assistam o curta-metragem Tyger em que o grupo manipula um tigre gigante que invade uma cidade, muito bom, com link no endereço acima.
Só pra vocês conhecerem: A Coruja e o Macaco.

Só pra vocês conhecerem: A Coruja e o Macaco.

Este artigo foi feito por Paulo Carvalho
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